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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

"LIVRO VERSEJAR"  


               PLEONASMO 


Tens a nobreza do lírio,
 vestes a fragilidade da orquídea
              e te enobreces  
                 com a significância da rosa!

Mas, enches minha existência
                         com o perfume
                                     do teu amor! 
                                                                                                                                                        

                                                                                                                                                     
    
Jeferson Francisco Venturato

quinta-feira, 15 de março de 2012

Video Samba entre amigos - músicas: Foi um rio que passou em minha vida e Porta Aberta.

ENVOLVIDO - DO LIVRO VERSEJAR.


ENVOLVIDO


Envolves-me no vento

vou em teu elemento

minha companheira e alento

és minha rainha e amor!



Envolta em singeleza

despertas-me a grandeza

do mais sagrado amor

infinito e fugaz!



Amante e toda tua...

estas pairando toda nua

no céu do meu desejo



Em teu amor e beijo

dou-te meu ser sem pejo!

minha alma também é tua

quarta-feira, 14 de março de 2012

POESIA - "RENASCER DO PÓ"

RENASCER DO PÓ



A alvorada rompe o dia

com o espreguiçar de braços

e de olhos em descobertas...

E de súbito acometeu-me

uma dor lacerante, como a transpor

a alma do corpo,

e o olhar espiava, distanciado,

como se por fios atado

o já rijo, frio e empalidecido corpo.



Degradadas conclusões se avultam,

percebi o meu ceticismo, o ateísmo

e a conduta extremamente materialista.

Acreditava nesse instante,

ser a morte, só possível pesadelo.

Mas não cessou.



Já não me enxergavam, nem ouviam

enquanto me via desfilar, conduzido,

pelas estreitas ruelas

até que visto depositado em jazigo,

ainda atado a mortíferos fios.

A cova em espera de refugiar

meu indescritível e derradeiro desespero.



O esquife foi acolhido

pelo profundo abismo,

ainda que cova rasa

cercado de figuras familiares

acenando flores e dores

a depositá-las sobre o tampo já lacrado.

Ver meu outrora convívio

por sete palmos distanciados,

e aterrados com meu cadáver.



Não mais me atariam

tais enegrecidos fios, nem protelariam

a decomposição imposta com a sujeição

de amargar a confinação

com murchos botões, forros e véus roxos,

e a rarefação daquela clausura!



Haveria de ser tempo de inerte

assistir a putrefação, invasão de germes

e acarinos a consumar a silenciosa sina

da corrupção carnal.

Desintegrados os tecidos,

carcomidos os órgãos

já não havia forma,

nem tempo a ser demarcado.



Inconformado e arruinado das sensações,

seria o pó, retornando a intenção

de o pó ser uma inovada criação.



Mortificava-me ser parte das entranhas,

e houve o instante de processar

a existência divina com o desígnio

e a conscientização de desligar fios e laços,

admitir a fatídica condição e desenlace;

Mas os fios resistiam na intenção de atar.



E assumindo o desencarnar deparei-me

com a graça de ressurgir livre, entendendo

a complexidade do sentido de estar

amarrado ao apego material.

Tempo de perceber o existencialismo

do “Eu Espiritual” e do concretismo

das virtudes enquanto permanência,

essenciais para a evolução e

aprimoramento até a ascensão Moral!
Jeferson Francisco Venturato

POESIA - "RENASCER DO PÓ"



RENASCER DO PÓ



A alvorada rompe o dia

com o espreguiçar de braços

e de olhos em descobertas...

E de súbito acometeu-me

uma dor lacerante, como a transpor

a alma do corpo,

e o olhar espiava, distanciado,

como se por fios atado

o já rijo, frio e empalidecido corpo.



Degradadas conclusões se avultam,

percebi o meu ceticismo, o ateísmo

e a conduta extremamente materialista.

Acreditava nesse instante,

ser a morte, só possível pesadelo.

Mas não cessou.



Já não me enxergavam, nem ouviam

enquanto me via desfilar, conduzido,

pelas estreitas ruelas

até que visto depositado em jazigo,

ainda atado a mortíferos fios.

A cova em espera de refugiar

meu indescritível e derradeiro desespero.



O esquife foi acolhido

pelo profundo abismo,

ainda que cova rasa

cercado de figuras familiares

acenando flores e dores

a depositá-las sobre o tampo já lacrado.

Ver meu outrora convívio

por sete palmos distanciados,

e aterrados com meu cadáver.



Não mais me atariam

tais enegrecidos fios, nem protelariam

a decomposição imposta com a sujeição

de amargar a confinação

com murchos botões, forros e véus roxos,

e a rarefação daquela clausura!





Haveria de ser tempo de inerte

assistir a putrefação, invasão de germes

e acarinos a consumar a silenciosa sina

da corrupção carnal.

Desintegrados os tecidos,

carcomidos os órgãos

já não havia forma,

nem tempo a ser demarcado.



Inconformado e arruinado das sensações,

seria o pó, retornando a intenção

de o pó ser uma inovada criação.



Mortificava-me ser parte das entranhas,

e houve o instante de processar

a existência divina com o desígnio

e a conscientização de desligar fios e laços,

admitir a fatídica condição e desenlace;

Mas os fios resistiam na intenção de atar.



E assumindo o desencarnar deparei-me

com a graça de ressurgir livre, entendendo

a complexidade do sentido de estar

amarrado ao apego material.

Tempo de perceber o existencialismo

do “Eu Espiritual” e do concretismo

das virtudes enquanto permanência,

essenciais para a evolução e

aprimoramento até a ascensão Moral!
Jeferson Francisco Venturato





 

Meu amigo mais fiel! Você me ensinou o que é a amizade, lealdade e fidelidade verdadeira! Saudade Eterna!




QUE A AMIZADE FORJADA NOS DESENCONTROS
DO CAMINHO DESTA VIDA; SEJA A LUZ PARA NOSSOS CAMINHOS ENCONTRADOS NO PRESENTE RUMO A ETERNIDADE!
MEUS AMIGOS ETERNOS: JÕAO MARCOS  E JOÃO SANCHES.



AMIGO


Tuas palavras confortam,

Teu abraço transmite sinceridade,

Quando verdadeiros, nos transportam

Para um mundo de felicidade.



Ele nos presta qualquer favor,

Não por sentimento de obrigação

Prontifica-se com amor.

Pois é infinito e expontâneo seu coração.



Para cada pergunta?, Encontra resposta,

Para dúvidas um conselho,

Os momentos difíceis compartilham,

Das nossas emoções e anseios.



Existem aqueles que maldizem e invejam,

Dentre eles há de vir o peso da justiça,

Por não possuírem a virtude que desejam,

O Dom da verdadeira amizade, inimiga da cobiça...